Agrícola

21/07/2018 07:21

MATO GROSSO VACINA 99% DO REBANHO BOVINO E BUBALINO NA PRIMEIRA ETAPA CONTRA AFTOSA

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) informou que foram vacinados 29.568.091 bovinos e bubalinos contra febre aftosa o que representa 99,63% do rebanho. Durante a campanha, o Indea acompanhou a vacinação de 2.207.347 animais distribuídos em 2.794 propriedades. Mato Grosso é líder na produção comercial com um rebanho de 30.089.432 de animais, e desde 2005 mantém índice de vacinação contra a febre aftosa acima de 99%, verificando-se homogeneidade entre as regiões do Estado.O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) informou que foram vacinados 29.568.091 bovinos e bubalinos contra febre aftosa o que representa 99,63% do rebanho. Durante a campanha, o Indea acompanhou a vacinação de 2.207.347 animais distribuídos em 2.794 propriedades. Mato Grosso é líder na produção comercial com um rebanho de 30.089.432 de animais, e desde 2005 mantém índice de vacinação contra a febre aftosa acima de 99%, verificando-se homogeneidade entre as regiões do Estado.
Nesta etapa é obrigatória a imunização de todo o rebanho bovino e bubalino, de mamando a caducando, com exceção dos animais das propriedades localizadas no baixo pantanal. De acordo com o Indea, existem 106.433 propriedades com produção de bovinos e bubalinos no estado, sendo que 1.339 não fizeram o registro da vacinação junto ao Indea. Segundo a presidente do Indea, Daniella Bueno, todas as propriedades que não declararam a imunização do rebanho junto à autarquia já estão sendo visitadas.
“As propriedades que não realizaram a vacinação dentro do período da campanha serão autuadas e terão a vacinação acompanhada pelo Indea”, pontuou Daniella.
Para quem deixou de vacinar dentro do período da campanha a multa é de 1 UPF (Unidade Padrão de Fiscal) por cabeça de gado não vacinado. Já quem deixou de comunicar a vacinação ao Indea fica impossibilitado de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) por um período mínimo de 30 dias.
O diretor-técnico da Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), Francisco de Sales Manzi, destacou o papel do produtor rural. “Enquanto produtores, somos responsáveis por todo o processo da vacinação, desde a compra da vacina até a aplicação e comunicação junto ao órgão de defesa, e o resultado da campanha representa o compromisso do produtor com a sanidade animal do rebanho, e queremos continuar nessa parceria para evoluirmos para a retirada da vacinação”.
A última ocorrência de febre aftosa em Mato Grosso foi registrada em 1996. E desde o ano 2000, o estado é reconhecido internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre de febre aftosa com vacinação. A informação é da assessoria do Indea.


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