Estado

28/07/2016 00:00

Permínio fica calado; defesa quer MPF

Permínio entrou 'escondido' para não ser filmado, mas na saída a impensa conseguiu fazer imagens

O ex-secretário de Educação, Perminio Pinto (PSDB), ficou em silêncio e não respondeu aos questionamentos dos promotores do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

A orientação partiu dos advogados que entendem que o Gaeco não tem competência para ouvir o ex-gestor. Afirmam ainda que a competência para processar e julgar o caso é da Justiça Federal.

A defesa de Permínio explicou que cerca de 70% dos recursos usados nas obras eram provenientes do governo federal.

Dessa forma, no entendimento do advogado Artur Osti, caberá ao Ministério Público Federal (MPF) conduzir as investigações e à Justiça Federal julgar o caso.

16h30 - “Ele permaneceu em silêncio por orientação minha”, informou o advogado Arthur Osti. Sobre a não apreciação do pedido de liminar em habeas corpus, ele explicou que agora vai aguardar a decisão de mérito no habeas corpus que está no TJ. “Vamos aguardar se o Tribunal irá reconhecer ou não a competência federal para processamento desse feito tendo em vista a existência de recursos federais nas obras em licitações investidas na Operação Rêmora”.

Sobre estadia de Permínio Pinto no Centro de Custódia, o advogado disse que o ex-secretário “está bem”. A defesa não descartou a possibilidade de um novo interrogatório de Permínio. “Poder ser ouvido novamente pode, mas vai depender a convocação do próprio Gaeco, do Ministério Publico Federal que vai ser competente pra isso”.

16h29 - Ao final, Osti manteve a versão de que o ex-secretário não falou nada. Indagado quais questionamentos foram feitos pelos integrantes do Gaeco, respondeu que os promotores não fizeram nenhuma pergunta, pois já havia orientado Permínio a manter silêncio.

16h20 - Permínio acaba de deixar a sede do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizadoda mesma forma que chegou, sorrateiro, sem ninguém ver. Ele atravessou uma passarela do prédio do Gaeco para o principal prédio do Ministério Público, e foi embora.


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