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22/02/2019 05:02 Acesse Notícias

Pecuarista de Porto dos Gaúchos se apresenta a Polícia e confessa ter matado engenheiro agrônomo

O pecuarista de Porto dos Gaúchos, Paulo Faruk de Moraes que até então era acusado de assassinar o engenheiro agrônomo Silas Henrique Palmieri Maia, na última segunda-feira dia 18 de fevereiro no distrito de Novo Paraná, 25 km da sede do Município, se apresentou na delegacia de Polícia Judiciária Civil de Juara acompanhado de seu advogado.

O depoimento foi prestado por volta das 09:00h da manhã desta quinta-feira, dia 21 de fevereiro onde ele confessou a autoria delitiva do crime e disse que a principio queria apenas dar um susto na vítima, mas quando percebeu já tinha efetuado o primeiro disparo e não se lembra dos outros tiros.

Após cometer o homicídio ele disse que teria percorrido várias estradas entre os municípios de Porto dos Gaúchos até Juara e apenas no dia seguinte tomou conhecimento de que a vítima teria sido morta, assim que retornou para sua propriedade.

O motivo do crime segundo ele teria sido um desentendimento com o engenheiro referente a cobrança proveniente a vendas de insumos da empresa o qual representava, onde o pecuarista revela que se sentiu constrangido diante das cobranças e acabou perdendo a cabeça, mas que estaria arrependido do que fez e que ninguém merece perder a vida dessa forma.

Quando a arma usada no crime, uma pistola calibre 635 ele disse que se desfez dela em um latão de lixo em a delegacia de Tabaporã, porém, a arma já foi recuperada apesar de possuir documentação devida, mas não possui porte.

Após ouvido, o pecuarista foi levado para audiência de custódia e deverá ser enquadrado na autoria delitiva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado onde agiu pelo motivo fútil e sem chance de defesa a vítima e também sobre o crime de porte ilegal de arma de fogo.

O delegado Carlos Henrique explicou que  o juiz da vara única da Comarca de Porto dos Gaúchos expediu um mandado de prisão preventiva contra Paulo Faruk de Moraes, no dia 20 deste mês após o crime e por conta desse mandato ele dever ser preso e responderá pelo crime.

Silas era um jovem sonhador, estava noivo e de casamento marcado. Teria acabado de construir a casa onde iria morar com a futura esposa, em Sinop, conforme declarações de seus familiares, que residem em Paranaíba, Mato Grosso do Sul, onde o corpo foi enterrado sob comoção por ser um cidadão de bem e amigo de todos naquela cidade.


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