A diferença salarial em razão de gênero é uma realidade no Brasil.

Imagem Freepik

Números que acabam de ser divulgados pelo IBGE revelam a remuneração média mensal das mulheres é 17% menor do que a dos homens e que elas ganham menos que eles em 8 de cada 10 áreas de atuação.

Para chegar aos resultados, que tem como ano-base 2022, o IBGE analisou informações de 357 áreas de atuação e constatou que as mulheres ganhavam salários médios iguais ou maiores que os dos homens em apenas 63 delas, ou seja, em 18%.

O salário médio apurado das mulheres foi de R$ 3.241,18, enquanto o dos homens ficou em R$ 3.791,58 – pouco mais de 550 reais de diferença.

Isso, na média. Porque, em algumas áreas a diferença encontrada foi ainda maior.

A área de fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas é a que tem a maior delas: com homens ganhando pouco mais de R$ 7.500 reais e as mulheres R$ 1.834,09, uma diferença de mais de 300%.

Em contrapartida, entre as 63 áreas em que elas ganham igual ou mais que eles, a área em que a diferença dos salários médios é em organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais. Nessa área, homens têm ganhos médios de 4.717,09 e mulheres, de R$ 9.018,70.

Fonte: Repórter: Milena Abreu

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