Juara possui muita Riqueza Cultural Imaterial não registrada. Ação abre oportunidade de investimentos turísticos com acesso a linhas de crédito.

Em meio à paisagem verdejante às margens do Rio Arinos, Juara abriga não apenas belezas naturais, mas um rico arsenal de patrimônios culturais, cuja preservação é fundamental para uma identidade da comunidade local.

A Ilha do Netinho, com sua beleza estonteante, já é reconhecida como Patrimônio Turístico e Paisagístico de Juara. O Museu do Vale do Arinos, por sua vez, é uma cápsula do tempo que encapsula patrimônios tanto materiais quanto imateriais. Entretanto, muitos destes ainda aguardam o reconhecimento oficial.

Bens culturais imateriais são a espinha dorsal de uma cultura. São tradições, práticas, celebrações e saberes que uma comunidade transmite de geração em geração. O estado de Mato Grosso, por exemplo, tem a Viola de cocho reconhecida como patrimônio cultural imaterial, valorizando a herança e técnica única de sua confecção.

Para garantir a preservação desse rico patrimônio, o Brasil conta com o instrumento do registro. Por meio dele, os bens imateriais são catalogados em um dos quatro Livros de Registro: dos Saberes, de Celebrações, de Formas de Expressão e de Lugares.

Em Juara, há uma gama de tradições e locais que refletem a alma e a história da cidade, desde o Hino de Juara, o encontro de pessoas na Ponte sobre o Rio Arinos, a Praça dos Colonizadores, o jogo de damas dos idosos, até a feira livre.

A definição de comidas típicas e outros pontos turísticos ainda está em andamento. Mas por que todo esse esforço?

O patrimônio imaterial não é apenas uma celebração da cultura, mas um ativo econômico. Ele pode atrair turistas, valorizar a cultura local, gerar empregos e investimentos e até facilitar o acesso a financiamentos para promoção cultural e turística.

Alguns exemplos dessa riqueza em Juara são: a Festa de São Cristovão, a EXPOVALE, a feira de artesanato, as igrejas e as bijuterias de miçangas das índias Kayabi, cavalgada, etc.

Preservar o patrimônio imaterial é garantir que as futuras gerações de Juara possam conhecer e se orgulhar de sua história e tradições. E, para isso, é vital a colaboração entre associações da sociedade civil e secretarias municipais e câmara de vereadores, que através de projetos de Lei aprovados e sancionados, legalizam os bens imateriais do município.

Para a população de Juara, o chamado é claro: reconhecer, respeitar e preservar o patrimônio imaterial é investir no presente e no futuro da cidade.

Fonte: Rádio Tucunaré e Acesse Notícias

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