Apesar da redução recente nos casos de dengue, zika e chikungunya em Juara, o cenário ainda exige atenção constante da população. A bióloga da Vigilância Ambiental, Arlete Assunção Ramos, destacou durante entrevista à Rádio Tucunaré que diversas viroses seguem circulando no município, reforçando a necessidade de prevenção contínua.
Durante a entrevista ao vivo realizada no dia 17 de abril, Arlete explicou que, além das arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o município também enfrenta a presença de outras viroses, como as síndromes gripais. Segundo ela, esse cenário pode confundir a população, mas não diminui o risco das doenças transmitidas pelo mosquito.
A reportagem da Radio Tucunaré e site acesse notícias apurou que, mesmo com a diminuição dos casos mais graves registrados no final de 2025 e início de 2026, o trabalho de vigilância permanece intenso. Arlete reforçou que a redução observada é resultado direto das ações implementadas pela Secretaria Municipal de Saúde, mas alertou que qualquer descuido pode provocar um novo aumento nos casos.
A especialista destacou ainda que o período atual, com circulação simultânea de diferentes vírus, exige maior atenção da população aos sintomas e, principalmente, às medidas preventivas. Isso inclui evitar água parada, manter quintais limpos e colaborar com as equipes de saúde.
Outro ponto importante levantado foi a percepção da população. Segundo Arlete, muitas pessoas deixaram de ver casos graves recentemente, o que pode gerar uma falsa sensação de segurança. No entanto, ela enfatiza que o mosquito continua presente no ambiente e que o risco permanece.
A Vigilância Ambiental reforça que o combate às arboviroses não depende apenas do poder público. A participação da população é considerada essencial para manter os índices em queda e evitar novos surtos no município.




































































