A rotina dos estudantes da Escola Francisco Sampaio, no Distrito de Paranorte, foi normalizada nesta segunda-feira (10), com a retomada da última rota que ainda estava pendente. A Linha Bertozi passou a operar com uma van nova, completando as sete linhas responsáveis pelo transporte dos alunos.
Ao todo, 114 estudantes da unidade, aproximadamente 40% do total, dependem do transporte escolar para chegar às aulas.
A regularização foi coordenada pelo Departamento de Transporte Escolar da Secretaria Municipal de Educação, que acompanha as rotas, organiza os horários e realiza a vistoria dos veículos antes do início das atividades.
Segundo o coordenador do setor, Rodrigo, nenhum veículo é colocado em circulação sem passar por avaliação técnica. As linhas que atendem Paranorte, o Assentamento e Águas Claras foram vistoriadas e aprovadas antes de iniciarem o serviço.
Como está cada linha:
- Porta do Céu: veículo atendendo todos os alunos da rota.
- Porteira Branca 1: rota normalizada. O veículo atual será substituído por um zero-quilômetro no fim de outubro.
- Porteira Branca 2: rota normalizada, operando com veículo zero-quilômetro ano 2026.
- Linha Escondido: atendida por veículos novos, ano 2026.
- Serra Grande/Bandeirantes: problema resolvido, transporte rodando com veículo ano 2026.
- Linha Bertozi: normalizada desde esta segunda-feira, com van nova.
- Matrinchã: transporte em operação regular, com veículo novo.
Linha 5 do P.A. Vale do Arinos:
O Assentamento P.A. Vale do Arinos também registrava dificuldades. A Linha 5, que leva alunos até a Escola Tancredo Neves, está normalizada e opera com veículos praticamente zero-quilômetro, ano 2026.
Águas Claras:
Já a Linha Serrinha, que transporta universitários do Distrito de Águas Claras até a Unemat, passou a contar com veículo zero-quilômetro.
O problema existiu e foi enfrentado
As falhas no transporte escolar dessas localidades não começaram agora. A empresa terceirizada que detinha as linhas deixou de cumprir obrigações do contrato, enfrentou falta de veículos e, em vários dias, alunos ficaram sem ir à aula.
A Secretaria de Educação notificou a empresa formalmente e cobrou a regularização em diferentes momentos. Sem correção do serviço, o Executivo Municipal encerrou o contrato por descumprimento e aplicou as penalidades previstas.
Em seguida, a Prefeitura abriu novos processos licitatórios e contratou outras empresas para assumir as rotas. É esse novo conjunto de contratos que sustenta a operação atual.
A execução das linhas era responsabilidade da contratada, mas a garantia da oferta do transporte cabe ao poder público municipal. Foi por esse caminho que o serviço voltou ao normal.
O Departamento de Transporte Escolar acompanha a execução das rotas para manter a regularidade do atendimento em toda a zona rural do município.

























































